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Educação é tudo!!

1 jan

Passei o ano passado sem vir muito por aqui, mas resolvi aparecer logo no primeiro dia pra falar de uma coisa importantíssima, Educação.

Como pedagoga e professora de Educação infantil sempre li e aprendi que se educa desde o nascimento. Muitas pessoas acham que isso não existe que, os bebes não entendem e não aprendem. Eu posso falar de carteirinha que se educa desde o nascimento.

Eu e o meu marido, Paulo, sempre fomos muito preocupados com isso. Sempre desejamos um filho levado, alegre, mas o que mais conversávamos era sobre como ter um filho educado. Adoramos crianças, mas aquelas que são mimadas e chatas ao extremo, simplesmente ignoraram por não gostarmos da situação. Sabemos que elas não são responsáveis por esse comportamento, que os causadores disso são os pais, mas infelizmente são as crianças que levam a culpa.

Nosso filho foi criado livre, bem no estilo faz o que quer, mas com doses de educação na hora certa e sendo repreendido quando necessário. Hoje ele é um menino levado, mas SUPER educado. Eu falo super porque com um ano e nove meses, das muitas palavras erradas que ele fala, já diz, por favor, e obrigada, e não só para os de casa. Outro dia, uma vizinha nossa, pegou a bola que caiu no chão e quando entregou na mão dele ele soltou um “GADO”. É super fofo. E melhor ainda é ver que as pessoas gostam dele por isso. Ele é super simpático, fala com todos na rua. Ama os lixeiros, cumprimenta o vizinho deficiente, que outro dia ficou ate emocionado com o tratamento que meu filho da a ele, enfim, ele trata como é tratado. Com respeito e com educação.

Então pensei muito antes de vir aqui escrever esse post porque acho mega importante dividir conhecimentos.

Eduque seu filho, repreenda se for necessário, converse muito e sempre use as palavras mágicas, eles entendem e reproduzem o que acontece ao redor deles. Se você for firme às suas palavras e ações você jamais precisara bater ou deixar de castigo. O diálogo e o exemplo, bem dado, são ótimas lições.

Outro dia procurando alguns textos sobre o assunto achei esse que é muito interessante:

Educar uma criança com limites, é educar com amor.

O estabelecimento de regras auxilia no aprendizado de como a criança deverá se comportar e reagir frente às diversas situações e deveres de sua vida, promovendo condições para se desenvolver e se organizar de maneira satisfatória. É um fator fundamental para a formação de adultos equilibrados e seguros.

Indisciplina com relação a horários, desorganização ou birra quando as vontades não são satisfeitas, são alguns dos comportamentos específicos de crianças que evidenciam a falta de limites. Por isso, a importância dos pais colocarem regras e normas de forma adequada desde o nascimento dos filhos, e durante todo o seu desenvolvimento.

A criança não compreende a relação de causa e efeito e os acessos de raiva são comuns, principalmente quando muito pequenas. Geralmente a criança não quer esperar, e quer fazer coisas que não consegue, o que acaba gerando frustrações. Cabe aos pais ajudar seus filhos a lidar com as frustrações do cotidiano, estabelecendo regras claras e consistentes.

Ao estabelecer limites, é importante que os pais adotem uma postura firme e coerente, agindo sempre da mesma forma frente às situações semelhantes. A criança ficará confusa se perceber que por exemplo, o pai diz uma coisa e age de forma exatamente contrária, e vale ressaltar que a criança aprenderá muito mais através de exemplos, do que com as palavras. Uma mãe que demonstra estar sempre atrasada, encontrará dificuldades em impor horários aos filhos, por exemplo.

Dizer “não” à criança quando necessário, é uma forma de mostrar que nem tudo é possível, e dizer-lhe o que deve e pode ou não fazer, é uma maneira de dar segurança e mostrar que você se importa com ela. Desta forma, vai aprendendo a lidar com as frustrações e não crescerá achando que tudo lhe é permitido.

Uma criança com dificuldade em obedecer a regras, em ser disciplinada, fica com o pensamento um pouco confuso, e tem dificuldade em desenvolver de forma adequada a sua capacidade de raciocínio lógico, mesmo que tenha um grande potencial. Inclusive, se a criança percebe que os pais são incapazes de controlá-la quando ela passa dos limites, cresce o sentimento de insegurança.

Para os pais, estabelecer limites aos filhos acaba sendo um aprendizado, pois muitas vezes o adulto vai se deparar com a sua própria dificuldade com relação aos limites. Portanto, a paciência e a calma são requisitos essenciais que os adultos devem ter ao impor limites. Muitas vezes, os pais terão que falar diversas vezes a mesma coisa, para que a criança compreenda a regra do jogo, e a linguagem utilizada deverá sempre ser a mais clara possível, para que ela possa entender.

Ao adotar medidas repreensivas, os pais devem levar em consideração que a punição deve ser proporcional ao tamanho da “arte” e a idade da criança.

Entre zero a três anos, a criança vivencia um processo de transformação, no sentido de tornar-se independente. Nessa fase, o desenvolvimento intelectual é diferente de uma criança mais velha. As regras precisam ser repetidas diversas vezes, pois sua memória não está completamente desenvolvida.

Crianças entre quatro e nove anos são menos dependentes dos pais, sua capacidade intelectual está mais desenvolvida e consegue compreender melhor as emoções que vivencia. Nessa fase é importante que os pais adotem uma atitude firme e justa na aplicação das regras, e medidas repreensivas devem ser aplicadas logo após a falta, para que a criança associe causa e efeito.

Muitos pais geralmente se preocupam em não frustrar seus filhos, e consideram que a forma mais adequada de educá-los é satisfazer absolutamente a todas as suas vontades. A falta de limites prejudica aos seus próprios filhos, trazendo conseqüências desastrosas para estes e para a própria família, e num sentido mais amplo para a sociedade. Inclusive quando chegar à difícil fase da adolescência, fase de grandes transformações físicas, emocionais e sociais.

Educar uma criança estabelecendo limites, é acima de tudo, oferecer segurança e uma base sólida na formação da personalidade. É educar com amor.

Sandra Gaspari

Psicóloga

www.interage.psc.br

Beijocas e um bom ano para todos vocês!!!

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Foi na…

25 out

… quinta-feira que eu vi pela primeira vez uma pessoa fumando crack, alias eram umas 4 a 5 mulheres beirando os 4 a 50 anos. Tudo bem, eu sei que pessoas com uma classe social bem mais baixa q a normal pode ter 20 mas a aparencia de 40, mas essas mulheres que vi eram mais velhas sim e eram moradoras de rua ou não, não sei precisar. Só sei que fiquei meio desconcentrada, meio passada e a imagem não me sai da cabeça até hoje.

Não tinha visto até então tal situação. Não por ser alienada, mas por não andar em lugares q se usam. Maconha, cocaina e as drogas mais comuns, ja vi usarem ate na minha frente  e isso nunca me chocou, mas a cena de quinta acho que foi pelo fato de ser o crack e por tudo que ja ouvi falar.

Ja vi pessoas “possuidas” por ele, alias tem um rapaz que fica ali em volta da Bene que é triste de ver, ele sempre esta ali por volta das 14h. Ele se bate, briga com o amigo imaginário, outro dia xingava uma moça que estava no telefone público. Hoje de tarde vi um apaz que também parecia estar drogado, mas o lance dele era com a bermuda, que parecia uma saia de tão magro que ele era.

Eu sei que para uma pessoa chegar a esse ponto vários fatores a levaram a isso. Falta de educação, falta de estrutura familiar, falta de muitas coisas que uma criança deve ter em casa. Mas por outro lado me preocupa que o excesso també pode levar a isso, ou uma simples mau entendido no meio da vida.

A vida é tão complicada ne… Não quero pensar nisso mas confesso que tenho medo do futuro.

Tenho medo de ser severa demais ou mole demais, tenho medo de não saber educar ou educar demais. MAs o normal de qualquer mãe é sempre esse ter medo. E esses medos são tantos que acabamos por enlouquecer se deixamos eles nos dominarem.

Desabafo de uma mãe de primeira viagem….

E você tem medo de que?????

E dai que…

21 out

.. eu gostei do tema e fiquei pensando em mil coisas pra escrever e não achei um único vínculo com o meu filho e sim váaaarios… mas também lembrei de um vínculo extraterreno com o meu sobrinho que sempre me emocionou e me deixava muito feliz quando faziamos isso…

Eu sempre dividi quarto com irmã e sobrinho, tinha 15 anos quando ele chegou a o mundo e quase 16 quando realmente acreditei que aquilo tudo era verdade. Sempre fomos muito ligados, cumplices mesmo, era pra mim que ele vinha pedir socorro quando quebrava algo, quando fazia algo erra ou quando precisava de alguma ajuda em qualquer coisa. Sempre matamos e morremos um pelo outro. E sempre tinhamos o colo um do outro. Mas era de noite, na hora de dormir que esse vínculo se tornava forte. Era na hora de dormir, sem ninguém ver que as nossas mão se uniam e ficavam juntas até o sono chegar… Dormíamos de mãos dadas, sem que ninguem visse… As mãos dadas eram nas horas de alegria e principalmente na hora da tristeza, da dor no peito ou da simples e boba carência afetiva que por vezes nos persegue. Sinto muita falta dessa mão que cresceu entrelaçada a minha. Era o melhor momento do dia. Muitas vezes, melhor que o beijo e queijo que ele me dava estalado na bochecha….

2º Encontro de Mães!

28 jul

Sábado dia 24 de julho de 2010, fizemos o nosso segundo encontro de mães e grávidas da Baixada Santista.

Neste encontro tivemos a presença da Enfermeira Fernanda Senra, especialista em parto e coordenadora de grupos de gestantes na Policlinica da Vila Mathias e ensinamos as gravidíssimas a shantalar sua própria barriga e como ser shantalada, além claro de shantala nos bebês, muito bate papo e um lanchinho delicioso…

Você é a nossa convidada para o próximo!!!!